1. Saber perguntar e rever o que a máquina escreve
Para o aluno atual, escrever já não é só preencher uma folha em branco, mas sim saber dar boas instruções à Inteligência Artificial. O mais importante passa a ser ler com atenção o texto que a máquina devolve para corrigir os erros e garantir que a informação faz sentido - análise comparativa de várias fontes e sentido crítico.
2. Não deixar de treinar a cabeça
Se entregarmos logo a escrita à tecnologia, arriscamo-nos a perder a capacidade de pensar sozinhos e de organizar ideias. Por isso, continua a ser fundamental ler livros a sério e escrever à mão, sem ecrãs nem ajudas automáticas – expressar ideias de forma autónoma.
3. Mudar a forma de avaliar nas escolas
Pedir trabalhos para fazer em casa deixa de funcionar, porque a tecnologia faz esse trabalho num instante. Os professores têm de passar a avaliar o percurso do aluno: como é que ele pensou, como defende as suas ideias em voz alta e o que aprendeu durante o processo – avaliar o processo e não só o produto final.
4. Usar a tecnologia como parceira de ideias
Quando é bem utilizada, a IA funciona como um colega com quem podemos conversar. Ajuda a ultrapassar a falta de inspiração, dá sugestões de palavras e mostra diferentes formas de dizer a mesma coisa, tornando a aprendizagem mais dinâmica – complementaridade entre mente humana e IA.