Até que ponto somos verdadeiramente responsáveis pelo sentido que damos à nossa própria vida quando tudo à nossa volta parece retirar-nos essa escolha?
Saudações Filipa,
Faltou o chão...
Sumiu o riso...
Bem-querer a vida é preciso...
É a pro-cura do meta-sentido...
Viver é ummmmmmmmmmm
_
Poesia viva para aflorar sophia
Faltou o chão...
Sumiu o riso...
Bem-querer a vida é preciso...
É a pro-cura do meta-sentido...
Viver é ummmmmmmmmmm
_
Poesia viva para aflorar sophia
Creio que hoje ao falarmos da "liberdade interior" como primeira liberdade que possibilita o sentido respondemos de alguma forma a essa questão que aqui coloca. Em parte, Viktor Frankl mostrou que, apesar de tudo, o campo de concentração com todo o sistema de aprisionamento, não foi capaz de aprisionar e extinguir essa liberdade interior que cultivou e que possibilitou a manutenção/criação de um sentido para continuar.