Será que a relação entre o existencialismo e a Logoterapia de Viktor Frankl são duas faces da mesma moeda?
Por um lado, há uma relação direta entre a logoterapia e o existencialismo, na medida em que Frankl baseou a sua teoria nos pressupostos de que a principal força motivadora do ser humano é a busca do sentido e somos livres para escolher a nossa atitude diante de qualquer circunstância, inclusive o sofrimento e, por outro lado, o existencialismo, em geral, foca-se na angústia da liberdade e na ausência de sentido inerente, enquanto a Logoterapia centra-se na busca e descoberta do sentido, apesar da angústia e do sofrimento? Haverá mais afinidade com o absurdo e a revolta de Camus?