Em cada apresentação há uma ideia que converge para uma mesma conclusão: “A tecnologia deve funcionar como andaime e não como muleta.”
O primeiro vídeo, dá-nos conta da tendência de degradação da capacidade de ler com eficácia, onde um terço dos alunos em Portugal se encontra em modo sobrevivência, abaixo do nível recomendado de proficiência leitora.
Constata-se assim, que o grande número de alunos com dificuldades, influencia, por conseguinte, o baixo número que consegue chegar ao nível de excelência. Ambos preocupantes.
Por contraste, os alunos destacam-se de forma bastante positiva no domínio da resolução computacional de problemas, o que denuncia um uso excessivo e desadequado dos recursos digitais disponíveis. Esta utilização acaba por condicionar o pensamento, levando-os a responder de forma impulsiva sem o devido tempo de reflexão crítica tão necessária. Retira-lhes o foco e aumenta a distração.
No segundo vídeo, verifica-se que, desde que utilizada com método e corretamente, a Inteligência Artificial pode auxiliar-nos a adquirir e desenvolver competências futuras.