Prompt simples: "Crie uma atividade sobre Os Lusíadas, de Luís de Camões, para alunos do 10º ano de escolaridade."
Prompt melhorado: "Com o objetivo de diagnosticar conhecimento, crie uma atividade sobre Os Lusíadas, de Luís de Camões, para alunos do 10º ano de escolaridade."
Prompt recorrendo a uma técnica de prompting (PCF): "Sendo professor de 10º ano, com o objetivo de diagnosticar conhecimento, crie uma atividade lúdica sobre Os Lusíadas, de Luís de Camões. A atividade deve ocupar, no máximo, 20 minutos da aula e deve ser digital."
Reflexão:
Ao comparar os três resultados, ficou evidente como a clareza da inteligência artificial depende diretamente da qualidade da nossa instrução. Na primeira tentativa, com um prompt simples, o resultado foi genérico e superficial. Já na segunda, com o prompt melhorado, a inclusão de mais contexto trouxe uma resposta visivelmente mais estruturada. O ponto de viragem foi o uso da técnica PCF (Papel, Contexto e Formato): ao definir exatamente quem a IA deveria ser e como o conteúdo deveria ser entregue, o resultado foi precisamente o que eu pretendia. Aprendi que construir prompts não é apenas "fazer perguntas", mas sim guiar estrategicamente o modelo, poupando tempo e refinando drasticamente a utilidade da informação obtida.
