António Lobo Antunes foi porventura o escritor português que mais referências ao Jazz fez na sua obra, um género musical que acompanhava de perto a sua vida e a sua escrita. Ambicionou sempre ”escrever como Charlie Parker tocava, à custa do mesmo sofrimento, a fim de oferecer prazer e alegria aos que lêem” (...)
Este notebook pretende aguçar a curiosidade sobre a obra deste génio que recentemente nos abandonou, sobre a metodologia de escrita, sobre os temas que escolhia, sobre a doçura que usava para descrever com alguma crueza cenas de partir o coração. Fica aqui o convite
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