E se forem independentes? Queremos a felicidade porque associamos a algo bom, prazeroso, um estado ou instante que nos será agradável independente de existir ou não sentido para a vida ou até mesmo na vida.
Até porque esse sentido a existir será sempre uma construção social em primeiro lugar e posteriormente pessoal.
Contudo, o sentido na vida ou para a vida pode ser também a ausência de sentido na vida e para a vida.
Voltando ao início, a felicidade pode ser colecionar momentos, instantes das nossas vivências independentemente do tal sentido da vida e para a vida como também pode ser esse o fim último do nosso sentido para a vida/na vida.
No fim, será sempre algo muito pessoal e influenciado pelas nossas vivências e expectativas.
Até porque esse sentido a existir será sempre uma construção social em primeiro lugar e posteriormente pessoal.
Contudo, o sentido na vida ou para a vida pode ser também a ausência de sentido na vida e para a vida.
Voltando ao início, a felicidade pode ser colecionar momentos, instantes das nossas vivências independentemente do tal sentido da vida e para a vida como também pode ser esse o fim último do nosso sentido para a vida/na vida.
No fim, será sempre algo muito pessoal e influenciado pelas nossas vivências e expectativas.