Pensar o uso da IAG em contexto educacional é algo que obriga a uma reflexão profunda pelo professor e simultaneamente com os alunos.
Se a IAG se apresenta como um instrumento com potencialidades a diferentes níveis, criação de recursos educativos e estratégias pedagógicas que permitem ir além das aulas expositivas e dialógicas, é necessário não esquecer que alguns perigos também estão à espreita. O uso indevido de informação, com direito de autores, a necessidade de saber criar Prompt exatos e que nos permitam obter respostas claras, corretas, completas e fidedignas.
Assim, parece ser necessário desenvolver nos alunos um espírito crítico e criativo no sentido de otimizar o uso da IAG. Desta forma teremos um verdadeiro instrumento ao serviço da educação e não só do ensino. Não basta recolher informação, é necessário saber refletir sobre a mesma, bem como ser criativo na sua construção, ou seja, no modo como se faz a procura dessa mesma informação na relação com as suas implicações.
Em Filosofia a IAG permitirá ao professor uma maior eficácia, proficiência e proficuidade na construção dos diferentes materiais passíveis de serem usados em sala de aula, fichas de avaliação, fichas de trabalho e treino de competências, imagens, jogos de motivação ou síntese de conteúdos, entre outros.
E o papel do professor? Sempre o de motivador, orientador, corretor, de apoio para aqueles que têm capacidades e facilidade em trabalho autónomo com a IAG, e sobretudo para aqueles que revelam maiores dificuldades ou resistência a estes instrumentos digitais que estão já presentes no nosso quotidiano e continuarão a estar.
