Não me parecem atitudes devidamente estruturadas para atingirem o estatuto de atitudes filosóficas (embora o possam vir a ser, visto terem uma dedicação prolongada por, por exemplo, Pirro, e, a teologia), no entanto, vejo-as mais como momentos psicológicos espontâneos a que o sujeito não apresenta incialmente fundamentação ou justificação. O dogmatismo pode ser inteiramente estéril caso tenha uma função de permanência de poder, não sendo por isso desinteressado mas também não substanciado, e, o ceticismo pode ser uma carência de necessidade acerca do conhecimento que limita a progressão intelectual.