O filme sugerido pode ser interpretado como uma metáfora existencial sobre a condição humana e a finitude. Ao transformar o Tempo em medida visível da vida, torna sempre presente a consciência da Morte e a necessidade de valorização da Vida.
O filme abre para a possibilidade da Imortalidade e vê nessa possibilidade a falta de sentido para a existência. Viver indefinidamente pode conduzir a um vazio existencial profundo...sem a perspetiva a da Morte, o tempo perde a urgência e o excesso de tempo pode conduzir ao tédio e à alienação do ser.
É a consciência da finitude que dá sentido à Vida, que lhe dá autenticidade. O sentido da Vida passa pela valorização de cada "instante"!