A aplicação da "moldura da comunicação" de Rosenberg tem sido uma ferramenta valiosíssima. Focar-me na emoção, na necessidade e não no pedido concreto, deu-me uma nova linguagem para lidar com situações desafiantes em todas as áreas da minha vida.
Em resposta a 'Marisa Senhorinha Brochado de Miranda'
Re: Pôr em prática a CNV
por Ana Mécia Oliveira -Obrigada pela tua partilha — é muito interessante perceber como a “moldura da comunicação” tem feito diferença na tua prática.
O que referes é mesmo um ponto-chave na Comunicação Não Violenta, desenvolvida por Marshall Rosenberg: quando conseguimos deslocar o foco do “o que o outro fez” para “o que estou a sentir e a precisar”, abre-se um espaço completamente diferente na comunicação.
Destaco especialmente o que dizes sobre não te focares apenas no pedido concreto. Muitas vezes, é precisamente essa mudança — dar nome à emoção e à necessidade — que permite que o outro nos escute de forma mais aberta, porque já não se sente acusado ou pressionado, mas convidado a compreender.
Ao mesmo tempo, pode ser interessante explorar como equilibrar essa consciência interna com a clareza no pedido — já que, na CNV, o pedido concreto também tem um papel importante para transformar a comunicação em ação.
Se fizer sentido para ti, que diferenças tens notado na forma como os outros respondem quando começas por partilhar a tua emoção e necessidade?
O que referes é mesmo um ponto-chave na Comunicação Não Violenta, desenvolvida por Marshall Rosenberg: quando conseguimos deslocar o foco do “o que o outro fez” para “o que estou a sentir e a precisar”, abre-se um espaço completamente diferente na comunicação.
Destaco especialmente o que dizes sobre não te focares apenas no pedido concreto. Muitas vezes, é precisamente essa mudança — dar nome à emoção e à necessidade — que permite que o outro nos escute de forma mais aberta, porque já não se sente acusado ou pressionado, mas convidado a compreender.
Ao mesmo tempo, pode ser interessante explorar como equilibrar essa consciência interna com a clareza no pedido — já que, na CNV, o pedido concreto também tem um papel importante para transformar a comunicação em ação.
Se fizer sentido para ti, que diferenças tens notado na forma como os outros respondem quando começas por partilhar a tua emoção e necessidade?
Em resposta a 'Marisa Senhorinha Brochado de Miranda'
Re: Pôr em prática a CNV
por Ana Luísa dos Santos Gomes -É verdadeiramente transformador Marisa, não é? Até agora não me tinha dado conta. O identificar a nossa emoção e assim, sermos capazes de distinguir os gatilhos que nos "acionam" e, em consequência, sermos capazes de verbalizar as necessidades, é profundamente "life-changing". Ao partilharmos com o nosso interlocutor, convidamo-lo a compreender o nosso lado e de algum modo, a comprometer-se.