1. Quem sou?
O meu nome é Carlos Rodrigues e sou professor de Inglês no Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo. Sou, acima de tudo, professor e alguém que acredita que a escola deve ser um espaço onde todos os alunos tenham oportunidade de aprender, participar e sentir que pertencem.
2. O que faço aqui?
Estou aqui porque quero aprofundar os meus conhecimentos, mas também porque acredito muito na importância de partilhar experiências. Tenho tido oportunidade de trabalhar em diferentes contextos e de participar em projetos que me têm permitido contactar com realidades culturais diversas.
Nesta formação, quero sobretudo discutir estratégias concretas que possam ser aplicadas na escola, contribuindo para uma educação mais inclusiva e para formas mais eficazes de acolher e valorizar a diversidade.
3. Porque vim por este caminho? Quem me trouxe até aqui?
O meu percurso pessoal, entre o Luxemburgo e Portugal, fez-me contactar desde cedo com diferentes culturas, línguas e formas de ver o mundo. Talvez por isso a diversidade seja, para mim, algo muito natural e que deve ser valorizado.
O meu envolvimento em projetos Erasmus+ tem reforçado esta perspetiva. Vejo estes projetos como uma oportunidade para proporcionar aos meus alunos experiências que vão para além da sala de aula — oportunidades de contactar com outras pessoas, outras culturas e outras realidades, aprendendo em contextos reais.
É também essa vontade de continuar a aprender que me trouxe aqui. Quero continuar a questionar, aprender e refletir sobre a forma como acolhemos e valorizamos a diversidade nas nossas escolas.
4. Para onde vou?
Espero levar comigo novos conhecimentos, novas perspetivas e ferramentas práticas que possa aplicar no meu trabalho educativo.
Mais do que respostas prontas, gostaria de levar novas perguntas e novas formas de olhar para a escola e para os meus alunos. Quero contribuir para uma escola onde todos se sintam acolhidos, respeitados, valorizados e incluídos, independentemente da sua origem, cultura ou identidade.
5. O que e/ou quem levarei sempre comigo?
Levarei comigo as aprendizagens, as experiências partilhadas e, sobretudo, as histórias dos meus alunos.
Porque cada aluno traz consigo uma história, uma cultura e uma identidade. E reconhecer isso é também reconhecer que a diversidade não é apenas algo que encontramos nos outros — faz parte de cada um de nós.
E levarei também comigo uma inspiração muito mais simples: o meu cão. Ele não faz distinções entre pessoas pela sua cor, origem ou cultura. Talvez tenhamos muito a aprender com essa simplicidade: primeiro vemos a pessoa; só depois vemos as diferenças.
No fundo, é essa ideia que gostaria de levar desta formação: a diversidade não deve ser apenas acolhida; deve ser conhecida, valorizada e vivida como uma oportunidade de aprendizagem para todos.