Uma vez, ouvi o Júlio Machado Vaz referir um amigo do seu pai que dizia que não tinha medo de morrer, mas sim, que tinha pena de morrer. Essa é a perspectiva que eu já defendia já há muito tempo. Quando penso na morte, penso que não poderei mergulhar no mar nem ouvir os pássaros a cantar na alvorada. Não tornarei a ver o pôr do sol, nem nada. Com a morte, tudo acaba. É um grande aborrecimento!