1. Quem sou?
O meu nome é Dimas Oliveira Pedrinho
Sou docente de Educação Moral e Religiosa Católica, com vínculo ao AE Poeta Joaquim Serra (Montijo). Encontro-me em mobilidade estatutária, com funções na organização, na formação de professores e na elaboração dos referenciais curriculares e nos recursos didático-pedagógicos (físicos e digitais) da minha disciplina.
2. O que faço aqui?
Reflito sobre as questões relacionadas com a interculturalidade, os desafios que, no contexto atual, se colocam às escolas e aos docentes em Portugal neste domínio, esperando descobrir novas formas de lhes dar resposta, escutando a formadora e as experiências dos meus colegas de formação.
3. Porque vim por este caminho/quem me trouxe?
Escolhi esta formação pela atualidade e premência do tema. A escolha deste centro de formação foi influenciada por um colega docente que já aqui fez formação.
4. Para onde vou?
Espero com esta formação encontrar novas formas de interagir com pessoas de diferentes culturas que chegam ao nosso país. Tem sido para mim muito interessante e gratificante o intercâmbio com essas pessoas, mas quero conhecer mais e melhor as diferentes dinâmicas e, sobretudo, descobrir novos caminhos para acolher, respeitar e estabelecer intercâmbios com quem chega às nossas terras e, particularmente, às nossas escolas.
5. Quem levo comigo?
Não posso deixar de levar comigo a minha família. Com efeito, desde sempre tenho educado os meus filhos (tenho 3) para conviver e trabalhar, com todos, independentemente da proveniência, das crenças, da orientação sexual, etc. A mesma mensagem tenho procurado passar aos meus amigos e conhecidos próximos.
Levaria também pessoas de outras culturas (conheço e convivo com muitas!), pois tem sido uma riqueza e uma alegria interagir com elas. Algumas destas pessoas poderiam ajudar-me a compreender melhor outras pessoas de outras culturas e assim, aumentar em quantidade e em diversidade os companheiros de viagem no meu barquinho.
Levaria comigo os valores que me identificam, para, com eles e partir deles, encarar a os valores e a cultura de quem chega, dizer-lhes quem sou e aquilo em que acredito, no sentido de estabelecermos bases de entendimento e criarmos sólidos laços humanos. Procuraria que os meus valores não fossem fator de afastamento e, muito menos, de rejeição em relação a quem pensa diferente de mim, mas sim fator de confiança para um caminho comum.