Este dilema remete par a questão de viver com sentido. E esse sentido só nasce quando há realidade, quando há contacto com o mundo tal como ele é, quando há liberdade para escolher — mesmo correndo o risco de errar. Esta pergunta de Nozick é profundamente humana: queremos uma felicidade garantida… ou uma vida que, sendo imperfeita, é verdadeiramente nossa?