Neste tópico é importante referir não só as dificuldades que os migrantes sentem quando vêm para o nosso país, como o clima e principalmente a língua, mas sobretudo a sua contribuição quer dos próprios, quer da descendência no desenvolvimento da sociedade que os acolheu.
O diálogo ocupa aqui um lugar primordial, onde se torna importante ser capaz, para além de dialogar com “o outro”, aprender com “o outro”. Mais uma vez, a inclusão tem de ser bilateral, pois só assim será realmente verdadeira.