Ao longo da formação sobre Comunicação Não Violenta, aprendi que comunicar com pessoas difíceis não passa por vencer discussões, mas por transformar a forma como nos relacionamos. Um dos principais ensinamentos foi distinguir observações de julgamentos, descrevendo os factos de forma objetiva em vez de rotular o outro. Também compreendi a importância de identificar e expressar sentimentos de forma clara, reconhecendo as necessidades que estão por trás de cada emoção. Percebi ainda que, muitas vezes, os comportamentos difíceis refletem necessidades não satisfeitas, o que me permite olhar para o outro com mais empatia, sem levar as suas atitudes de forma pessoal.
Agradeço à formadora pela forma clara, prática e inspiradora como conduziu esta aprendizagem, criando um espaço seguro de reflexão e crescimento.