Obrigada pela partilha — tão realista 😊
É muito comum, sobretudo no início da prática da Comunicação Não Violenta, sentirmos que o discurso fica mais pensado e até mais lento. No fundo, estamos a “desaprender” automatismos e a construir uma nova forma de comunicar, mais consciente.
E sim… isso exige tempo, intenção e, como referes, alguma rotina! Com a prática, muitas destas etapas vão-se tornando mais naturais e fluidas, sem perder a autenticidade.
Também pode ser interessante acolher essa lentidão como parte do processo — às vezes, abrandar é precisamente o que permite trazer mais clareza, presença e ligação à relação.
Fico curiosa: como tem reagido o teu filho a essa mudança na tua forma de comunicar?