A minha sugestão é bibliográfica. A leitura, relativamente recente, do livro de José Rodrigues dos Santos “A mulher do Dragão Vermelho” deparei-me com descrições de campos de concentração, métodos de tortura e tentativa de genocídio do povo uigure em plena atualidade e que, muitas vezes, me recordou os campos de concentração de trabalho e morte nazis. Acresce a estupefação de ali perceber que a tecnologia está também ao serviço da perseguição, da dor, da tortura e da morte.