Tarefa 1
- O vídeo fez-me refletir sobre...
Antes de mais, o vídeo fez-me refletir sobre a importância de não vermos a IA como uma ameaça, mas como uma oportunidade pedagógica. É de certo modo normal que estranhemos o que é novo e diferente. A IA é nova e diferente. No entanto, é uma realidade que não podemos contornar uma vez que IA veio para ficar. E já se encontra presente na realidade escolar, com maior ou menor grau, tanto entre discentes como entre docentes.
No meu entender, não devemos ter medo da mudança. Como sentenciou Luís de Camões: “todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades.” Penso que esta máxima do poeta eterno se aplica na perfeição à utilização da IA na aprendizagem. Todavia, como refere o vídeo, este “salto tecnológico deve estar ancorado no pensamento crítico e na literacia”, as bases eternas do conhecimento – tal como foi sublinhado “a sabedoria é puramente humana.”
Para finalizar, deixo uma provocação. No ensino da História, existem interpretações dos factos históricos e não verdades absolutas. É possível fazer várias leituras, algumas muito contraditórias, dos momentos históricos, desde a governação do Marquês de Pombal ao regime do Estado Novo. Deste modo, é imprescindível que a IA apresente as diferentes leituras desses factos históricos para potenciar o pensamento crítico dos alunos, isso seria extraordinário.
- Ideias que ficam...
Entre várias ideias que podia ter escolhido, retive a ideia de que os “alunos devem dialogar criticamente com a IA”, ou seja, através de “avaliar e julgar o texto feito pela máquina”. Em suma, ler, interpretar e questionar, as bases do conhecimento humano.
Colin Mateus Marques