Boa noite!
Fui das ultimas a ler com mais atenção os vossos comentários.
Sobre a frase "há que saber viver", eu penso que este colega, acima de tudo, "talvez apenas só ele mesmo saiba o que estava verdadeiramente por detrás dessas palavras", No entanto revela-me algum ato de pensamento interno que fez em relação ao seu meio e decidiu internamente que para conseguir lidar com as situações que se emergem diáriamente teria de atuar indiscriminadamente dessa forma. Soa-me que talvez já se tenha sentido traído e desiludido de tal forma que a sua confiança ao ponto de perceber que o local onde está não deverá ser o mais adequado para si para desenvolver uma boa relação de confiança.
Eu sou muito do tipo de pessoa que confiar é “quase” sinónimo de “ter abertura para”, mas também reconheço que cada um tem o seu tempo e o seu jeito de se dar a conhecer.
Percebi que o mais importante de tudo aquilo que observamos são as nossas ações e devemos essencialmente trabalhar para deixar a porta encostada e acolher, sem pressionar. Não controlamos o passo do outro, e aceitar isso custa, mas é o maior sinal de respeito pelo caminho de cada um.
No fim das contas, a CNV ensinou-me que o trabalho começa em nós. Antes de querer compreender o outro, preciso de olhar para as minhas próprias cobranças e expectativas.
O verdadeiro clique nas relações acontece aí."
Fui das ultimas a ler com mais atenção os vossos comentários.
Sobre a frase "há que saber viver", eu penso que este colega, acima de tudo, "talvez apenas só ele mesmo saiba o que estava verdadeiramente por detrás dessas palavras", No entanto revela-me algum ato de pensamento interno que fez em relação ao seu meio e decidiu internamente que para conseguir lidar com as situações que se emergem diáriamente teria de atuar indiscriminadamente dessa forma. Soa-me que talvez já se tenha sentido traído e desiludido de tal forma que a sua confiança ao ponto de perceber que o local onde está não deverá ser o mais adequado para si para desenvolver uma boa relação de confiança.
Eu sou muito do tipo de pessoa que confiar é “quase” sinónimo de “ter abertura para”, mas também reconheço que cada um tem o seu tempo e o seu jeito de se dar a conhecer.
Percebi que o mais importante de tudo aquilo que observamos são as nossas ações e devemos essencialmente trabalhar para deixar a porta encostada e acolher, sem pressionar. Não controlamos o passo do outro, e aceitar isso custa, mas é o maior sinal de respeito pelo caminho de cada um.
No fim das contas, a CNV ensinou-me que o trabalho começa em nós. Antes de querer compreender o outro, preciso de olhar para as minhas próprias cobranças e expectativas.
O verdadeiro clique nas relações acontece aí."