Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contatos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
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Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
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A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
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Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
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A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
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A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
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Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
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Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
Existem desafios, mas existem ainda mais oportunidades, se de facto estivermos mentalmente disponíveis para a valorização do diálogo, para o respeito e para a abertura ao diferente, pela diversidade, para a coesão social e cultural. Por isso, falar de interculturalidade é falar de riqueza, convivência e desenvolvimento social. São oportunidades nascidas no meio de desafios.
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A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
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O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
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A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
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Ficou desta sessão um desafio: o que nos oferece esta convivência entre culturas?
Esta problemática surgiu há centenas de anos, muito antes da emigração dos meados e finais do século XIX. Começou desde logo com os Descobrimentos, desde o início dos séculos XV e XVI, quando os portugueses e outros europeus começaram a contactar com outros povos. Nessa altura, começou a surgir esta visão europeísta (Eurocentrismo), a de que a Europa se considerava o centro do mundo, nas suas mais variadas dimensões: culturais, do cientificas, económicas, sociais, o que de facto levou àquilo que se designa de aculturação/ assimilação.
O que é facto é que, desde essa altura, a interculturalidade sempre existiu. A convivência e a interação entre pessoas de diferentes culturas, valores, tradições e formas de pensar resultaram da procura de melhores condições de vida, proteção, segurança, entre outros fatores.
Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
A interculturalidade pode ser, de facto, um espaço de oportunidade para compreender e aprender com o outro. Se, por um lado, os desafios estão presentes porque existem diferenças linguísticas, religiosas e culturais que muitas vezes não são compreendidas pelos outros, podendo gerar preconceitos e ruído na comunicação, por outro lado, pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor o outro, derrubar barreiras à aprendizagem, alargar horizontes, desenvolver a tolerância e aprender a ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente.
Uma sociedade só enriquece se mostrar disponibilidade para uma convivência mais respeitadora e inclusiva da diferença, seja ela de que natureza for.
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Sucede que o mundo se tornou cada vez mais globalizado e, hoje, por razões económicas, ideológicas e sociais, bem como devido a carências de vários níveis, estes contactos podem causar medo, receio, ansiedade e desconfiança. É necessário ultrapassar estereótipos e preconceitos, seja na escola, no trabalho ou na sociedade em geral.
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