Ao longo desta formação, compreendi de forma mais clara como o desenvolvimento da consciência fonológica é essencial para a aprendizagem futura da leitura e da escrita. Mais do que ensinar sons ou palavras, trata-se de ajudar as crianças a escutar, identificar, brincar e refletir sobre os sons da linguagem, respeitando sempre o ritmo individual de cada uma. Enquanto educadora, esta formação permitiu-me adquirir estratégias mais práticas, lúdicas e inclusivas para aplicar no quotidiano da sala. Jogos sonoros, rimas, lengalengas, segmentação silábica e atividades de discriminação auditiva tornaram-se ferramentas importantes para estimular a participação de todas as crianças, incluindo aquelas com necessidades educativas específicas. Esta formação reforçou também a ideia de que educar para ouvir é, acima de tudo, educar para comunicar, interagir e incluir. Sinto que saio mais consciente do meu papel enquanto mediadora das aprendizagens e mais preparada para responder às necessidades diversificadas do grupo, promovendo uma educação mais inclusiva, participativa e respeitadora das diferenças.