A carta "O outro igual a ti" fez-me pensar de duas maneiras diferentes. Por um lado, se um robô pensa, sente e conversa, faz sentido tratá-lo como uma pessoa, pois reconhecer esses sinais de humanidade também reforça a nossa própria capacidade de respeito. Tratá-lo bem pode refletir os nossos próprios valores. Por outro lado, não deve ser tratado como pessoa, pois por mais parecido que seja comigo continua a ser uma máquina programada para imitar comportamentos humanos.
Se aplicasse esta carta numa aula poderia ainda perguntar: Se o robô fosse exatamente como tu, o que é que tu tens que te torna tão especial?