O grupo 2 após análise e debate do que nos foi proposto concluiu:
Fonte que consideramos mais adequada:
A Fonte A — CIES-ISCTE, porque apresenta um estudo de investigação diretamente relacionado com os hábitos de leitura dos alunos do ensino básico e secundário e permite consultar o estudo original.
Dois critérios que pesaram na decisão:
- Evidências — apresenta dados resultantes de um estudo realizado junto de mais de 31 mil estudantes.
- Relevância — responde diretamente à questão sobre as práticas de leitura dos alunos.
Um sinal que nos fez hesitar:
Na Fonte C, a informação é apresentada pela WOOK, uma entidade comercial ligada ao mercado dos livros. Apesar de o estudo ter sido realizado pela Universidade Católica Portuguesa, consideramos importante confirmar os dados noutra fonte independente.
A Fonte B — RTP é uma boa fonte para conhecer e contextualizar a informação, mas é uma notícia: apresenta uma síntese de um estudo e não o estudo na sua totalidade.
Conclusão:
«Antes de utilizar uma fonte num trabalho, um aluno deveria verificar quem é o autor ou entidade responsável, quando e com que finalidade a informação foi publicada, procurar as evidências apresentadas e confirmar a informação noutras fontes credíveis. Não basta encontrar uma informação: é preciso avaliar se ela é adequada e se podemos confiar nela.»
A ideia-chave que eu deixaria aos alunos
«Encontrar não é o mesmo que poder utilizar.»
Uma fonte não é boa ou má em absoluto: é mais ou menos adequada para a pergunta que queremos responder.
Observação:
Na elaboração desta resposta foi utilizada a ferramenta ChatGpt para apoiar a criação, reformulação e organização de conteúdos. As autoras procederam à seleção, adaptação, revisão e validação, assumindo a responsabilidade pela versão final.